segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Amor próprio


O mais genuíno ato de amor por si mesmo consiste na difícil tarefa de fazer brilhar a luz que há dentro de nós. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros do que à nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. Amar-se não significa trabalhar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como vivemos conosco.Resume-se basicamente, na forma como tratamos a nós próprios. A relação que estabelecemos com nosso mundo íntimo, sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos. A auto-estima surge quando levamos em conta e consideramos nossos sentimentos. O amor a si não se confunde com o egoísmo, porque quem tem atitude amorosa consigo está centrado no self. Deslocou o foco da atenção de seus sentimentos para a fonte de sabedoria e elevação, criando ressonância com o ritmo Divino. Amar-se é ir ao encontro do SI MESMO como denominava Jung. A educação, é a chave para o progresso moral, portanto: 1. Responsabilidade: somos os únicos responsáveis pelos nossos sentimentos. 2. Ética conosco: somos tratados como nos tratamos, como merecer o amor do outro, se não recebemos nem o nosso próprio amor. 3. Consciência: o sentimento expressa os recados da consciência. 4. Juízo de valor: não existem sentimentos certos ou errados. 5. Automatismos e complexos: os sentimentos podem ser sustentados por mecanismos alheios à vontade ou intenção. 6. Auto-amor é um aprendizado: construir um novo olhar sobre si, desenvolver sentimentos elevados em relação à nós. 7. Domínio de si : educar sentimentos é tomar posse de si. 8. Aceitação: só o amor a si através de uma relação pacífica com a sombra. 9. Renovação do sistema de crenças: superar preconceitos. Julgamentos formulados a partir do sistema de crenças desenvolvidas com base na opinião alheia desde criança. 10. ação no bem: integração em projetos solidários, aquisição de valor pessoal e convivência com a dor alheia trazem gratidão e estima pelas vivências pessoais. Cuidando bem de nós próprios, somos levados a estender ao próximo o tratamento que aplicamos à nós. 11. Assertividade: zelar pelos limites do interesse pessoal. 12. Florescer a singularidade: sinal de maturidade. 13. Construção da autonomia: capacidade de sustentar sentimentos nobres acerca de nõs próprios. 14. Ter rédeas sobre si mesmo: gerir a vida pessoal. 15. Identificação da intenções: reconhecer o que queremos. Amor-próprio é aprendizado e busca constante

1 comentários:

Jardim de Sonhos disse...

Realmente Safira, precisamos aprender a nos amar, precisamos saber nos olhar em nossos melhores e piores angulos e nao apenas nos olhar no espelho. Quem melhor para nos conhecer do que nós mesmos? E antes de se abrir a alguem, vc tem que se abrir pra si mesmo, assim vc conseguirá amar verdadeiramente e ser correspondida na mesma intensidade. Beijos amadinhaaaaaaaaaa

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