quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Emoção vs Razão


O equilíbrio entre a emoção e a razão não é fácil de atingir.

Saber gerir sentimentos torna-se tarefa difícil e muitas das nossas decisões acabam mesmo por ser influenciadas pelas nossas emoções.


Há quem defenda que para conseguirmos decidir com inteligência há que encontrar o equilibro entre a emoção e a razão. Os próprios gestores que têm sido treinados para trabalhar a sua racionalidade e controlar as suas emoções admitem que muitas das suas decisões são tomadas com base nas suas intuições. A racionalidade pode não ter o mínimo de valor quando as emoções falam mais alto. Razão e emoção não andam de costas voltadas.
Antigamente os nossos sentimentos deveriam ser reprimidos e controlados para não perturbar o nosso raciocínio lógico.As emoções tomam conta das nossas relações. E isso aplica-se às relações profissionais. As pessoas com qualidades de relacionamento humano têm mais oportunidades de alcançar o sucesso.

Importância das emoções:

As nossas emoções são uma fonte valiosa de informação e ajudam-nos a tomar decisões. Estas são resultado não só da razão, mas da junção de ambas.
Comunicação
As nossas emoções ajudam-nos a comunicar com os outros. Logo, em todas as relações que estabelecemos as emoções representam um importante papel. A nível profissional e humano elas são decisivas.
Mas cuidado…. Por vezes as nossas emoções também nos podem prejudicar.
Há quem aproveite a nossa vulnerabilidade para alcançar os seus objectivos.

Alguém pode tentar aproveitar as nossas emoções e sair beneficiado.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Amor platônico


Atração é o ponto inicial de todo amor. Esta atração pode ser física, bem como mental. Somente aqueles que estão apaixonados decidem o limite do amor. Este não pode estar demarcado por fronteiras, ou observado por uma religião. Isto seria como uma brisa fresca através da qual um fluxo de amantes tenta encontrar a direção de suas vidas. Alguns conseguem o sucesso e outros se perdem no meio dele. Nossa sociedade está mudando e ficando muito mais liberal, amizade entre sexos opostos seria um encontro não duradouro com um ponto de interrogação, como fora nas décadas passadas. Esta também é uma razão por detrás da popularidade do Amor platônico, que está sendo aceito agora pelas massas. Amor platônico numa definição intelectual, é um relacionamento bonito e amoroso entre um ser do sexo masculino e do sexo feminino, em que sexo não acontece. Amor platônico seria um fechamento mental de duas pessoas em que sexo não funciona, mas existe um sentimento escondido de amor. Como estas pessoas são mentalmente fechadas umas com as outras, o amor gasta tempo até ser dividido um com o outro, em seus corações, nunca em seu corpos. Quando duas pessoas se encontram sem nenhuma expectativa, se entendem e dividem seus sentimentos, posteriormente podem estar numa relação de amor, sem que haja lugar para a necessidade física; o chamado amor platônico. Com as mudanças no padrão de vida, competição difícil e famílias quebradas, este tipo de relacionamento tornou-se a demanda dos dias de hoje. Amor platônico é uma forma da amizade dar satisfação mental. Um indivíduo necessita de um amigo quem possa amá-lo sem nenhuma expectativa, que possa fornecer um ombro para recostar-se. Esta amizade é chamada de amor platônico porque neste sentimento a atração mútua também está presente.



















É incrível! Como viver sem ser amado? E sem amar? Mas cuidado com os enganos. O reflexo não é a luz, o espelho não é a face. A mulher da minha vida não é a mulher de um só instante. Contentar-se com pouco no amor, é não conhecer o amor.

Entre as muitas formas de amar, há a amizade, o amor dos pais pelos filhos, o amor que conduz ao sacrifício por alguém. O amor exclusivo de uma mulher e de um homem que se unem pelo matrimônio. O amor que nos surpreende para o bem de uma causa grandiosa.

Para encontrar a verdade do amor entre um homem e uma mulher, é necessário refletir: o que é que nele, ou nela, exerce em mim esta atração?
- Será a utilidade ou os serviços que o outro pode me prestar?
- Será o prazer (qualquer que ele seja) que eu experimento quando estou com ele, e que nós podemos partilhar em conjunto?
- Serão os sentimentos que eu experimento em relação ao outro?
Uma relação fundada assim, como facilmente se percebe, seria imperfeita: o outro acabaria por ser reduzido a um objeto. Ele seria um meio para mim. Paradoxalmente, eu estou, com efeito, voltado para mim mesmo.

Amar verdadeiramente, é amar a outra pessoa por ela mesma. Um amor profundo é, em primeiro lugar, sentir-me de tal maneira atraído pelo outro que eu desejo a sua felicidade. Não o amo unicamente por causa daquilo que ele me dá, mas o amo em primeiro lugar por ser ele (ou ela).
Com muito mais razão ainda, numa relação assim, as duas pessoas serão suscetíveis de experimentar sentimentos, prazer, ou de se prestarem serviços mutuamente. Mas o fundamento da relação é a própria pessoa, muito além das suas qualidades e defeitos aparentes.

Amar implica portanto da minha parte, uma escolha livre: é decidir amar o outro, voltar-me livremente de forma decidida em direção ao outro. Não se pode amar verdadeiramente sem uma certa doação da nossa liberdade ao outro. Supõe-se que essa decisão seja recíproca, pois aí está a condição da relação, uma vez que procurar a felicidade daquele ou daquela que me ama, é contribuir para a minha própria felicidade. O amor é assim: dom mútuo e livre.

Claro que nem sempre é assim tão fácil.

Nós estamos sujeitos às mudanças de humor, à rotina da vida quotidiana, às dificuldades que podem surgir, ao nosso egoísmo também. O amor é frágil... Será que eu ainda o vou amar daqui a 20 anos? Serei eu capaz de suportar este ou aquele defeito? Será o amor possível ao longo de toda a vida? Nas dificuldades, na doença?

Na realidade, se a nossa relação está enraizada numa decisão livre e recíproca, ela pode crescer. Porque o amor não é dar de uma vez por todas. Desconfiemos do "amor à primeira vista" que, mesmo sendo cheio de entusiasmo, não passa de uma emoção muito forte que não corresponde forçosamente a um amor profundo.
Se o amor é uma relação pessoal, então ele se constrói e se aprofunda com o tempo e numa confiança cada vez maior um no outro. Isto faz-se no diálogo, renova-se dia a dia através dos gestos e das atitudes que mostram ao outro o lugar privilegiado que ele ocupa na nossa vida. E os acontecimentos, as dificuldades e as alegrias partilhadas podem também contribuir para uma intimidade cada vez maior, na medida em que, acima das dificuldades, existe o fato de nos voltarmos um para o outro.

O amor não é portanto a simples fusão de duas pessoas, mas o dom mútuo de dois seres livres, com tudo o que eles são: corpo, coração e espírito, assim como o bem precioso que é a vida. A lógica do amor é aspirar a um dom definitivo. Só uma decisão recíproca e para o resto da vida, permite que o amor humano atinja um certo absoluto, podendo assim satisfazer o nosso coração.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Amor próprio


O mais genuíno ato de amor por si mesmo consiste na difícil tarefa de fazer brilhar a luz que há dentro de nós. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros do que à nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. Amar-se não significa trabalhar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como vivemos conosco.Resume-se basicamente, na forma como tratamos a nós próprios. A relação que estabelecemos com nosso mundo íntimo, sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos. A auto-estima surge quando levamos em conta e consideramos nossos sentimentos. O amor a si não se confunde com o egoísmo, porque quem tem atitude amorosa consigo está centrado no self. Deslocou o foco da atenção de seus sentimentos para a fonte de sabedoria e elevação, criando ressonância com o ritmo Divino. Amar-se é ir ao encontro do SI MESMO como denominava Jung. A educação, é a chave para o progresso moral, portanto: 1. Responsabilidade: somos os únicos responsáveis pelos nossos sentimentos. 2. Ética conosco: somos tratados como nos tratamos, como merecer o amor do outro, se não recebemos nem o nosso próprio amor. 3. Consciência: o sentimento expressa os recados da consciência. 4. Juízo de valor: não existem sentimentos certos ou errados. 5. Automatismos e complexos: os sentimentos podem ser sustentados por mecanismos alheios à vontade ou intenção. 6. Auto-amor é um aprendizado: construir um novo olhar sobre si, desenvolver sentimentos elevados em relação à nós. 7. Domínio de si : educar sentimentos é tomar posse de si. 8. Aceitação: só o amor a si através de uma relação pacífica com a sombra. 9. Renovação do sistema de crenças: superar preconceitos. Julgamentos formulados a partir do sistema de crenças desenvolvidas com base na opinião alheia desde criança. 10. ação no bem: integração em projetos solidários, aquisição de valor pessoal e convivência com a dor alheia trazem gratidão e estima pelas vivências pessoais. Cuidando bem de nós próprios, somos levados a estender ao próximo o tratamento que aplicamos à nós. 11. Assertividade: zelar pelos limites do interesse pessoal. 12. Florescer a singularidade: sinal de maturidade. 13. Construção da autonomia: capacidade de sustentar sentimentos nobres acerca de nõs próprios. 14. Ter rédeas sobre si mesmo: gerir a vida pessoal. 15. Identificação da intenções: reconhecer o que queremos. Amor-próprio é aprendizado e busca constante

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Significados


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que deveria querer outra coisa.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você um trailler de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando quer mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta para os outros.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Meu cantor favorito

(Elton John can you feel the love tonight)

domingo, 13 de setembro de 2009

A amizade


A Amizade torna os fardos mais leves,porque os divide pelo meio.A Amizade intensifica as alegrias,elevando-as ao quadrado na matemáticado coração.A Amizade esvazia o sofrimento,porque a simples lembrança do amigo é lenitivo com jeito de talco na ferida. A Amizade ameniza as tarefas difíceis,porque a gente não as realiza sozinho.São dois cérebros e quatro braços agindo.A Amizade diminui as distâncias.Embora longe, o amigo é alguém perto de nós. A Amizade enseja confidências redentoras:problema partilhado, percalço amaciado,felicidade repartida, ventura acrescida.A Amizade coloca música e poesiana banalidade do cotidiano.A Amizade é a doce canção da vida e a poesia da eternidade. O Amigo é a outra metade da gente. O lado claro e melhor. Sempre que encontramos um amigo,encontramos um pouco mais de nós mesmos.O Amigo revela, desvenda, conforta. É uma porta sempre aberta em qualquer situação.O Amigo na hora certa, é sol ao meio dia,estrela na escuridão.O Amigo é bússola e rota no oceano,porto seguro da tripulação. O Amigo é o milagre do calor humano que Deus opera no coração.

sábado, 12 de setembro de 2009


Nem em todas as manhãs vejo o Sol brilhar para meu encanto!
Aguardo pelas manhã sem que ele me sorria,que volte a alegria,a esperança;o amor viverá em mim,como alimento da Alma!
O Sol nem sempre aparece,mas um dia ele virá para não me abandonar,jamais!…

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